Invisible Strike, Visible Damage: The Role of Satellite Imagery in the Russia–Ukraine Conflict

On June 1, 2025, Ukraine launched what it called Operation Spiderweb, a coordinated strike using autonomous explosive drones against five Russian air bases, including the strategic Belaya Air Base. The offensive, meticulously planned over 18 months, employed an advanced system of camouflaged drones that had been previously infiltrated into Russian territory and remotely activated to strike sensitive military targets in a synchronized manner. Located in the Irkutsk region, Belaya Air Base hosts part of the Russian Federation’s strategic aviation fleet, including long-range bombers such as the Tupolev Tu-95 and Tu-160, which are frequently used to launch cruise missile attacks against Ukrainian territory.

On June 3, 2025, international media outlets released satellite images obtained from commercial providers, revealing the impact of the Ukrainian attack [1]. Complementing this coverage, Prof. Dr. Cristiano Torres retrieved Sentinel-2 satellite imagery captured on two critical dates: May 24, 2025, just days before the attack, and June 5, 2025, immediately after the event [2]. A comparative analysis of these images clearly shows the extent of the damage inflicted on the military airfield. In the pre-attack images, several aircraft can be seen parked on the base’s tarmac. In the post-attack images, extensive burn marks, craters near the runway, and the absence or destruction of multiple aircraft are evident, highlighting the direct effects of the explosions.

In addition to the aircraft hit, support structures such as hangars, ammunition depots, and refueling areas also appear to have sustained damage, significantly impairing the base’s operational and logistical capabilities. The attack marked a turning point in the ongoing war, demonstrating the increasing sophistication of Ukraine’s methods and its ability to conduct long-range operations with surgical precision—even deep within heavily defended enemy territory. This action not only weakened Russia’s aerial capabilities but also signaled a new phase in the technological and asymmetric warfare between the two countries.

Prof. Dr. Cristiano Torres

DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.15601478

References

[1] https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6294571wrpo

[2] https://browser.dataspace.copernicus.eu/

Ataque Invisível, Danos Visíveis: O Papel das Imagens Orbitais no Conflito Russo-Ucraniano

Em 1º de junho de 2025, a Ucrânia lançou a chamada Operação Teia de Aranha, um ataque coordenado com drones explosivos autônomos contra cinco bases aéreas russas, incluindo a estratégica Base Aérea de Belaya. A ofensiva, meticulosamente planejada ao longo de 18 meses, empregou um sistema avançado de drones camuflados, infiltrados previamente em território russo e ativados remotamente para atingir, de forma sincronizada, alvos militares sensíveis. Localizada na região de Irkutsk, a base de Belaya abriga parte da aviação estratégica da Federação Russa, incluindo bombardeiros de longo alcance do tipo Tupolev Tu-95 e Tu-160, frequentemente utilizados em lançamentos de mísseis de cruzeiro contra o território ucraniano.

No dia 3 de junho de 2025, a imprensa internacional divulgou imagens obtidas por satélites comerciais, revelando os impactos do ataque ucraniano [1]. Complementando esse registro, o Prof. Dr. Cristiano Torres recuperou imagens do satélite Sentinel-2, capturadas em duas datas críticas: 24 de maio de 2025, poucos dias antes do ataque, e 5 de junho de 2025, imediatamente após o evento [2]. A análise comparativa dessas imagens revela com clareza a magnitude dos danos causados ao aeródromo militar. Na sequência anterior ao ataque, é possível observar diversas aeronaves estacionadas no pátio da base. Já nas imagens posteriores, identificam-se extensas marcas de incêndio, crateras próximas à pista de pouso e a ausência ou destruição de várias aeronaves, evidenciando os efeitos diretos das explosões.

Além dos aviões atingidos, estruturas de apoio como hangares, depósitos de munição e áreas de abastecimento também parecem ter sofrido danos, comprometendo significativamente a capacidade operacional e logística da base. O ataque representou um marco na guerra em curso, demonstrando a crescente sofisticação dos meios empregados pela Ucrânia e sua habilidade de conduzir operações de longo alcance com precisão cirúrgica, mesmo em território inimigo fortemente protegido. Trata-se de uma ação que não apenas enfraqueceu a capacidade aérea russa, mas também revelou uma nova etapa na guerra tecnológica e assimétrica entre os dois países.

Prof. Dr. Cristiano Torres

DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.15601478

Referências Bibliográficas

[1] https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6294571wrpo

[2] https://browser.dataspace.copernicus.eu/

Citation

Torres do Amaral, C. (2025). Invisible Strike, Visible Damage: The Role of Satellite Imagery in the Russia–Ukraine Conflict. In Amazontech: Revista de Esutdos Interdisciplinares (Vol. 7, Número 2). DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.15601478